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| A inquietude da solidão A (in)quietude da solidão A quietude (in) terna da solidão |
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| O poema(1) sabia(2) que só tinha(3) quatro linhas(4) E agora ? |
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| O medo é gaiola O amor é liberdade O medo é ciúme O amor é disponibilidade O medo é confronto O amor é encontro O medo é tristeza O amor é alegria O medo é egoísmo O amor é renuncia O medo é angustia O amor é paz O medo é mentira O amor é verdade O medo é grito O amor é silêncio O medo é agressão O amor é perdão O medo é paixão O amor é amor O oposto do medo é o amor! |
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| Um filme Sem a última cena Sem o último diálogo Sem o último choro Sem o último beijo Sem qualquer adeus como se adeus (de forma cúmplice) não coubesse num poema mudo A palavra Num gesto de amor SILENCIOU... |
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| Criação Cria ação (In)criada Criador Cria dor De nascimento Parto... Sem partitura Sem pauta Do nada Do caos... Ação criada Criatura Chama divina! |
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| A sombra interna da multidão só se projeta na solidão! |
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| Existem momentos de tão rara intensidade e beleza que não cabem nem mesmo em um poema sequer em uma tela Só mesmo a memória corpórea pode registrar e com o coração trocar Sem nada nada a acrescentar... |